Núcleo de Metafísica

Você gostaria de melhorar algo no seu relacionamento? Não espere o outro mudar, descubra qual é a sua parte para tornar sua relação melhor e faça o amor dar certo.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Filme: "O turista"



O filme não proporciona grandes insights metafísicos, mas de certa forma mostra que vale a pena nos deixarmos guiar pelo coração. Gostei da surpresinha na trama e do Johnny Depp, claro!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Palestra "Faça o amor dar certo" em Barão Geraldo

Dia 25/02/2011 - das 14h00 às 15h30
As relações afetivas são ao mesmo tempo uma das maiores fontes de realizações e um dos maiores desafios do ser humano.
Seja qual for o seu caso, se está em uma relação conflitante, se está sozinho, ou se deseja apenas melhorar alguns aspectos da vida a dois, você sairá renovado e com muitas idéias para gerar grandes mudanças em sua vida afetiva.
Está em suas mãos descobrir seus próprios recursos para fazer o amor acontecer cada vez mais saudavelmente para você. Você pode agir agora, não precisa esperar seu companheiro mudar, nem conhecer a pessoa dos seus sonhos.
Inscrições pelo fone: (19) 3254-0463.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Workshop: Trocando de papéis

Dia 20/02/2011 - domingo - 9:00

Para casais que fazem ou fizeram terapia de casal por três meses ou mais.

A partir da visão espiritualista dos relacionamentos serão propostos temas que conduzam a reflexões sobre o papel de cada um na relação.

Inscrições: (19) 3254-0463.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Cinema no Núcleo: filme "Do começo ao fim"

DIA 16/01/2011 - DOMINGO - 16:00

UM FILME MARAVILHOSO!!! Num estilo que eu aprecio, mostra a vida sem grandes conflitos ou sofrimento mesmo diante de grandes desafios, como de uma relação incestuosa e homossexual.No começo vemos escrito na tela uma frase de George Bernard Shaw: 'Algumas pessoas olham para o mundo e perguntam 'por quê?'. Eu penso em coisas que nunca existiram e me questiono 'por que não’?”. Por que não um amor nesses moldes?O diretor e roteirista Aluízio Abranches se propôs a mostrar essa possibilidade e foi criticado por muitos por não mostrar os grandes conflitos esperados numa relação dessas.Estudando e vivendo a metafísica no meu dia-a-dia, sei que é perfeitamente possível as pessoas serem aceitas pela sociedade nas situações mais incomuns e inusitadas quando elas próprias aceitam essas situações. O roteiro deixa claro que os irmãos aceitavam e respeitavam a si mesmos e as suas condições. Talvez pela mãe sábia e terna que os criou ensinando que não há problema algum em nenhuma forma de amor.Penso que o diretor e roteirista Aluízio Abranches cumpriu o que se destinou: conseguiu falar sobre o amor incondicional. Essa é a expressão usada por ele. Prefiro falar apenas amor, o incondicional está implícito. Quando amamos olhamos o objeto de amor e enxergamos Deus, o Divino, o Desconhecido, a Verdade. Não conseguimos essa visão quando estamos presos a algum tipo de condição. O ser amado também funciona como nosso espelho e viramos então a personificação do Divino!Existia o amor e a vontade de vivê-lo. As cenas mostram isso de forma leve, carinhosa e por vezes picante e malandra, sem falsos pudores.Seleciono algumas frases que consigo lembrar que podem nos ajudar a intuir o que falei sobre ver Deus no ser amado e em si mesmo através do amor:"Eu te amo porque você precisa de amor.""Quando você me olha, me sinto um herói.""Quando você me olha, me sinto mais homem que qualquer outro.""Te amo porque faço você se sentir mais homem.""Para entender o nosso amor seria preciso virar o mundo do avesso.""Te amo porque você poderia amar qualquer pessoa e mesmo assim é a mim que você ama.
Inscrições: (19) 3254-0463.
Leia mais."

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Filme: "Coisas que você pode dizer só de olhar para ela"


ELENCO
Glenn Close (Dra. Elaine Keener)
Cameron Diaz (Carol)
Calista Flockhart (Christine)
Amy Brenneman (Kathy Farber)
Valeria Golino (Lilly)
Kathy Baker (Rose)
Holly Hunter (Rebecca)
Matt Craven (Walter)
Gregory Hines (Robert)
Miguel Sandoval (Sam)
Noah Fleiss (Jay)
Danny Woodburn (Albert)
Elpidia Carrillo (Carmen)

Roteiro: Rodrigo García

ANÁLISE METAFÍSICA

O filme faz um retrato de situações amorosas da vida entrelaçada de cinco mulheres, captando principalmente suas frustrações e seus medos.

A personagem de Holly Hunter (Rebecca) foi a que mais me impressionou por se treinar em não falar, demonstrar ou entrar em contato com sentimentos. Diante da situação dolorida de um aborto as emoções reprimidas vêm à tona. É uma mulher que sofre por não buscar os seus sentimentos verdadeiros, que sucumbe diante de seus medos. Creio que o principal seria o de ser rejeitada por exprimir quem verdadeiramente é. Por tudo isso está envolvida com um homem casado, que não demonstra nenhum interesse em separar-se de sua esposa.
Interessante traçar um paralelo com a personagem de Kathy Baker (Rose), que também é uma mulher reprimida, mas parece estar mais disposta a se emocionar e buscar seus sentimentos. Sua estória é repleta de momentos bonitos e ternos.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Filme: "Você vai conhecer o homem dos seus sonhos"



O filme nos permite reflexões interessantes.O que é realidade ou ilusão? Envelhecer e aproximar-se da morte é algo ruim? Apesar da visão bem humorada de Woody Allen, notamos seu pessimismo sobre a vida sempre presente. Uma boa oportunidade para identificarmos tendências parecidas em nós. Allen cultiva o pessimismo declaradamente. E você, como escolhe olhar para a vida?
A visão negativa de Allen pode servir como contraponto para o que buscamos na forma metafísica de pensar. Na matéria abaixo, destaco em cor diferente uma análise metafísica da visão do autor.

Woody Allen faz graça com a morte em "Você Vai Conhecer o Homem de Seus Sonhos"
Carlos Helí de Almeida
Colaboração para o UOL, do Rio

Trata-se de uma comédia romântica ambientada em Londres, na qual o responsável por clássicos como "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977) e "A Rosa Púrpura do Cairo" (1985) retoma temas (e obsessões) que lhe são caros, como morte, traição, crises criativas e romance entre homens maduros e mulheres mais jovens.
O fio condutor é Helena (Gemma Jones), que acaba de ser deixada pelo marido (Anthony Hopkins), com quem fora casada por mais de 40 anos. Ela procura a ajuda de uma vidente para guiar seus passos, mas fica obcecada com as previsões dela.
Enquanto isso, o ex-marido busca conforto no casamento com uma prostituta, e a filha do casal (Naomi Watts) tenta equilibrar a vida com o marido (Josh Brolin), promessa de escritor bem-sucedido que nunca se cumpriu. Este flerta com Dia (Freida Pinto), a jovem vizinha, enquanto a mulher descobre-se interessada pelo novo chefe, o galante galerista Greg (Antonio Banderas).
Em Cannes, Allen esbanjou bom humor mesmo quando o tema era a inexorável passagem do tempo. "Envelhecer é uma tarefa idiota. Não há vantagem nenhuma nisso. As costas doem mais, as indigestões são mais frequentes... Da visão, então, nem se fala. Então, lhes digo: envelhecer é um péssimo negócio. Aconselho todos vocês a evitarem isso", ironizou o diretor de 74 anos. Talvez o envelhecer se dê dessa forma para pessoas que pensem dessa forma, afinal o ser humano é o criador de seu destino a todo momento, com cada um de seus pensamentos. Sabemos que existem pessoas que envelhecem sem todos esses inconvenientes. Conheço uma senhora de 92 anos que costura e coloca linha na agulha sem usar óculos. Somente um exemplo, tenho outros.
A idade, segundo ele, também o impede de voltar ao cinema como ator. Ele prefere, sabiamente, entregar o papel de mocinho de seus filmes a atores mais jovens. Em "Você Vai Conhecer o Homem de Seus Sonhos" é fácil vê-lo nos personagens de Brolin ou mesmo Hopkins, homens que farão todo o possível para conquistar a mulher cobiçada.
"Interpretei o protagonista romântico por muitos anos. Mas envelheci e não vejo mais diversão na ideia de encarnar o cara que não consegue ficar com a garota no final do filme", explicou Allen que, ironicamente, há anos é casado com a ex-enteada Soon Yi, décadas mais jovem do que ele. "Então, eu fico ali, no canto, dirigindo o filme. Prefiro ser o sujeito que senta diante da mocinha em um restaurante e mente para ela. Se não encontro um jeito de ficar com ela, não farei esse papel de jeito nenhum".
O título original da comédia ("You Will Meet a Tall, Dark Stranger"), como lembrou o diretor, tem sentido duplo: remete a um clichê da clarividência e, ao mesmo tempo, ao "o estranho alto e negro que todos nós, eventualmente, encontraremos algum dia, queiramos ou não, a Morte".
Ainda segundo Allen, todos os personagens estão ansiosos para reinventar suas vidas, encontrar um novo amor, até porque têm consciência de que caminham inexoravelmente na direção do inevitável. "Você Vai Conhecer o Homem de Seus Sonhos" está carregado do pessimismo de seu autor. "Meu relacionamento com a morte permanece o mesmo: sou inteiramente contra", zombou o diretor. "Sou uma pessoa pessimista, desde menino. Sempre tive a impressão de que a vida é um pesadelo, uma experiência sofrida e sem sentido e que a única forma de ser feliz é ter ilusões". Daí que a única personagem do filme (Helena, Gemma Jones)que tem um "final feliz" é caricaturizada como uma iludida e obcecadamente crente e ingênua. Será ela insana ou docemente crente? Creio que uma pessoa metafísica possa viver acreditando e sentindo a continuidade da vida. E assim ela não precisará viver ansiosa como os personagens do filme, que, na verdade, retratam muito bem como quase todos nós vivemos. Allen coloca que às vezes as ilusões funcionam mais que a medicina. Eu colocaria que crenças positivas quase sempre funcionam mais que a medicina.
Allen já não tem mais tanta certeza se a velhice deixa o ser humano mais sábio. "A gente não fica mais inteligente, meloso ou gentil com a idade", garante o diretor. "Nada de bom realmente acontece. A gente só tem mais dor nas costas, mais indigestões, menos visão, e até precisa de ajuda para ouvir melhor. Envelhecer é um mau negócio e aconselho a todos a não fazê-lo".

No começo do filme ouvimos que a vida é cheia de som e fúria e que no final não significa nada! Afinal termina com a morte após uma queda na qualidade de vida. Acho a vida cheia de significados, dos mais belos, a percebo como uma sequência infinita de situações divinamente alinhavadas umas às outras!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Casais formados no dating

Das doze pessoas que participaram do dating do dia 21 de agosto temos dois casais felizes que estão começando a se conhecer. A experiência foi maravilhosa e assumo o compromisso de repetir a experiência assim que possível. Obrigada a todos!