Um dos maiores anseios do ser humano é uma relação amorosa saudávele feliz. Este blog é destinado a facilitar a interação e dividir experiências de pessoas que participam, participaram ou desejam participar do projeto ou do blog. É um espaço para pessoas bem intencionadas e dispostas a conversar e aprender sobre relacionamentos afetivos de forma verdadeira e bem intencionada. Sua identidade não será publicada, a menos que você assim deseje.
Núcleo de Metafísica
Você gostaria de melhorar algo no seu relacionamento? Não espere o outro mudar, descubra qual é a sua parte para tornar sua relação melhor e faça o amor dar certo.
Você está só? Descubra como conhecer pessoas e ficar pronto para um novo relacionamento.
contato@nucleometafisica.com
São Paulo
Av. Senador Casimiro da Rocha, 994 - Vila Mariana
Fone: (11) 2574-2815
Rua Jarinu, 611 - Tatuapé
Fone: (11) 94979-3502
Campinas
Rua Gil Vicente, 43 - Taquaral
Fone: (19) 99224-0023
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Você está no amor ou no medo?
Assistam este vídeo. Um bom ponto de reflexão para muitos. Para ser feliz no amor ou em qualquer área da vida é preciso ter coragem. Coragem para seguir a direção da sua alma, do seu coração. Coragem para se movimentar. A vida nos pede movimento, que se vá na direção que sentimos prazer e motivação. Então ela flui, magicamente!
http://www.osconselheiros.com/
http://www.osconselheiros.com/
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Heart Hunters
Solteiros procuram cupido profissional para conseguir um amor
Com ou sem a ajuda profissional, é importante fazer uma autoavaliação e elevar a autoestima
CONHEÇA HISTÓRIAS DE MULHERES QUE CASARAM COM A AJUDA DE SANTO ANTÔNIO
Depois do sucesso dos sites de namoro, que ajudam solteiros a encontrar um par compatível, entram em cena os "heart hunters" ou, em português, caçadores de coração. São profissionais que oferecem serviços para pessoas que estão sós e sentem dificuldade de se relacionar.
O trabalho do heart hunter começa antes da função de cruzar as afinidades dos candidatos e indicar quem pode –ou não– ser um bom pretendente. A pessoa que busca esse profissional passa por um acompanhamento psicológico. "Isso a ajudará a se preparar para a vida a dois", explica Eliete Matielo, psicóloga, heart hunter e diretora de um site de encontros. Só depois dessa terapia é que o solteiro parte em busca da cara-metade.
Autoconhecimento e autoestima
Antes de tudo, o cliente passa por uma avaliação do seu histórico amoroso, para descobrir o que levou os seus relacionamentos anteriores ao fracasso. "A pessoa deve substituir as crenças que limitam e atrapalham o sucesso no amor por outras que fortaleçam a autoestima e, consequentemente, elevam os critérios de escolha do parceiro", diz a psicóloga e heart hunter Priscilla de Sá.Com essa questão descoberta, é feita uma análise do perfil da pessoa para entender o que ela espera de um relacionamento. "Estilo de vida e valores têm peso fundamental nessa formulação", declara Priscilla. "Com a lista do parceiro ideal em mãos, traçamos estratégias para que aumentem as chances de encontrá-lo."
Em busca de afinidadeAlcançado esse objetivo, uma opção é, sim, se cadastrar em sites de relacionamentos. "Neles, a busca por um parceiro pode ser bastante facilitada, já que todos que estão cadastrados ali têm a mesma finalidade: encontrar um amor. Costumo indicar para alguns de meus pacientes que sentem certa dificuldade de se relacionar e que não costumam paquerar em baladas", diz Carla Cecarello, psicóloga e sexóloga, coordenadora do projeto Ambsex e autora do livro "Sexualmente - Nós Queremos Discutir a Relação".
Quando o solteiro se cadastra em um site de relacionamento, o heart hunter participa. "Nós ainda o preparamos para os primeiros contatos, o que, às vezes, demanda mudanças no visual e de hábitos em geral, e podemos, até mesmo, fazer um treino para que o cliente vá menos ansioso ao encontro", conta Priscilla. E, mesmo com tudo encaminhado, é possível continuar com o acompanhamento. "Muitos preferem manter o contato para eventuais inseguranças", diz Eliete.
Bruna Bertholdi procurou uma heart hunter na tentativa de ter um namoro duradouro
Elas procuraram o serviçoA analista financeira Bruna Bertholdi, de 22 anos, procurou o trabalho de um heart hunter por perceber que seus relacionamentos nunca eram duradouros. "Eu não sabia onde estava errando", diz. Por indicação de uma amiga, ela se cadastrou em um site de encontros em busca de uma resposta que a ajudasse a mudar esse padrão. "Fiz a terapia por três meses, que me ajudou a descobrir onde estavam as minhas dificuldades."Hoje, depois de cinco meses, Bruna acredita estar mais segura e pronta para uma relação. "Estou com uma pessoa legal. Ainda estamos nos conhecendo, mas já sinto que estou agindo diferente", diz. Agora, sempre que Bruna se sente insegura, liga para a sua heart hunter para pedir novos conselhos. "Alguns têm preconceito, mas é um trabalho muito sério", avalia.
Julia, de 25 anos, que prefere não revelar seu nome completo, também procurou uma profissional. "Eu estava noiva, mas ele pediu um tempo. Fiquei muito mal, porque já era o segundo noivo a fazer isso. Comecei a achar que o problema era comigo”, conta. Com ajuda da terapia, Julia chegou à conclusão de que aquele não seria um relacionamento ideal para ela."Além disso, aceitei o desafio de ficar sozinha por 30 dias, sem ir à balada, só me conhecendo melhor, para saber o que eu queria da vida –e com que tipo de homem eu queria me relacionar. Amadureci muito. Hoje, controlo melhor a minha ansiedade e me sinto mais segura na relação, o que me ajudou a ser menos grudenta e a respeitar o espaço do outro", diz Julia, que, está namorando há seis meses.
Que tal montar um grupo de discussão?
As psicólogas e psicodramatistas Marina Vasconcellos e Cecília Zylberstajn convidaram oito mulheres solteiras e formaram um grupo de discussão. Elas se reúnem um sábado por mês para trocar ideias sobre o tema. "São mulheres bonitas, jovens -entre os 30 e 40 anos-, que trabalham, são bem sucedidas, mas sentem dificuldade de encontrar um par", conta Marina.A psicóloga acredita que consultar um terapeuta (ou heart hunter) pode ser uma saída para quem percebe que seus relacionamentos não engrenam. "Porém, o importante é que essas pessoas passem a olhar melhor para si, para entender o que falta para que as coisas deem certo". Portanto, até formar um grupo para discutir a solteirice pode ser uma boa ideia, segundo ela."Qualquer um pode se reunir para discutir o assunto. É bom que tenha um profissional para direcionar. E que não seja uma reunião para falar que o sexo oposto não presta para nada", diz Marina. "As pessoas podem trocar ideias, questionar o que está errado e descobrir o que podem melhorar."
*Com colaboração de Vladimir Maluf
publicado por UOL.com.br em 07/07/2011
Com ou sem a ajuda profissional, é importante fazer uma autoavaliação e elevar a autoestima
CONHEÇA HISTÓRIAS DE MULHERES QUE CASARAM COM A AJUDA DE SANTO ANTÔNIO
Depois do sucesso dos sites de namoro, que ajudam solteiros a encontrar um par compatível, entram em cena os "heart hunters" ou, em português, caçadores de coração. São profissionais que oferecem serviços para pessoas que estão sós e sentem dificuldade de se relacionar.
O trabalho do heart hunter começa antes da função de cruzar as afinidades dos candidatos e indicar quem pode –ou não– ser um bom pretendente. A pessoa que busca esse profissional passa por um acompanhamento psicológico. "Isso a ajudará a se preparar para a vida a dois", explica Eliete Matielo, psicóloga, heart hunter e diretora de um site de encontros. Só depois dessa terapia é que o solteiro parte em busca da cara-metade.
Autoconhecimento e autoestima
Antes de tudo, o cliente passa por uma avaliação do seu histórico amoroso, para descobrir o que levou os seus relacionamentos anteriores ao fracasso. "A pessoa deve substituir as crenças que limitam e atrapalham o sucesso no amor por outras que fortaleçam a autoestima e, consequentemente, elevam os critérios de escolha do parceiro", diz a psicóloga e heart hunter Priscilla de Sá.Com essa questão descoberta, é feita uma análise do perfil da pessoa para entender o que ela espera de um relacionamento. "Estilo de vida e valores têm peso fundamental nessa formulação", declara Priscilla. "Com a lista do parceiro ideal em mãos, traçamos estratégias para que aumentem as chances de encontrá-lo."
Em busca de afinidadeAlcançado esse objetivo, uma opção é, sim, se cadastrar em sites de relacionamentos. "Neles, a busca por um parceiro pode ser bastante facilitada, já que todos que estão cadastrados ali têm a mesma finalidade: encontrar um amor. Costumo indicar para alguns de meus pacientes que sentem certa dificuldade de se relacionar e que não costumam paquerar em baladas", diz Carla Cecarello, psicóloga e sexóloga, coordenadora do projeto Ambsex e autora do livro "Sexualmente - Nós Queremos Discutir a Relação".
Quando o solteiro se cadastra em um site de relacionamento, o heart hunter participa. "Nós ainda o preparamos para os primeiros contatos, o que, às vezes, demanda mudanças no visual e de hábitos em geral, e podemos, até mesmo, fazer um treino para que o cliente vá menos ansioso ao encontro", conta Priscilla. E, mesmo com tudo encaminhado, é possível continuar com o acompanhamento. "Muitos preferem manter o contato para eventuais inseguranças", diz Eliete.
Bruna Bertholdi procurou uma heart hunter na tentativa de ter um namoro duradouro
Elas procuraram o serviçoA analista financeira Bruna Bertholdi, de 22 anos, procurou o trabalho de um heart hunter por perceber que seus relacionamentos nunca eram duradouros. "Eu não sabia onde estava errando", diz. Por indicação de uma amiga, ela se cadastrou em um site de encontros em busca de uma resposta que a ajudasse a mudar esse padrão. "Fiz a terapia por três meses, que me ajudou a descobrir onde estavam as minhas dificuldades."Hoje, depois de cinco meses, Bruna acredita estar mais segura e pronta para uma relação. "Estou com uma pessoa legal. Ainda estamos nos conhecendo, mas já sinto que estou agindo diferente", diz. Agora, sempre que Bruna se sente insegura, liga para a sua heart hunter para pedir novos conselhos. "Alguns têm preconceito, mas é um trabalho muito sério", avalia.
Julia, de 25 anos, que prefere não revelar seu nome completo, também procurou uma profissional. "Eu estava noiva, mas ele pediu um tempo. Fiquei muito mal, porque já era o segundo noivo a fazer isso. Comecei a achar que o problema era comigo”, conta. Com ajuda da terapia, Julia chegou à conclusão de que aquele não seria um relacionamento ideal para ela."Além disso, aceitei o desafio de ficar sozinha por 30 dias, sem ir à balada, só me conhecendo melhor, para saber o que eu queria da vida –e com que tipo de homem eu queria me relacionar. Amadureci muito. Hoje, controlo melhor a minha ansiedade e me sinto mais segura na relação, o que me ajudou a ser menos grudenta e a respeitar o espaço do outro", diz Julia, que, está namorando há seis meses.
Que tal montar um grupo de discussão?
As psicólogas e psicodramatistas Marina Vasconcellos e Cecília Zylberstajn convidaram oito mulheres solteiras e formaram um grupo de discussão. Elas se reúnem um sábado por mês para trocar ideias sobre o tema. "São mulheres bonitas, jovens -entre os 30 e 40 anos-, que trabalham, são bem sucedidas, mas sentem dificuldade de encontrar um par", conta Marina.A psicóloga acredita que consultar um terapeuta (ou heart hunter) pode ser uma saída para quem percebe que seus relacionamentos não engrenam. "Porém, o importante é que essas pessoas passem a olhar melhor para si, para entender o que falta para que as coisas deem certo". Portanto, até formar um grupo para discutir a solteirice pode ser uma boa ideia, segundo ela."Qualquer um pode se reunir para discutir o assunto. É bom que tenha um profissional para direcionar. E que não seja uma reunião para falar que o sexo oposto não presta para nada", diz Marina. "As pessoas podem trocar ideias, questionar o que está errado e descobrir o que podem melhorar."
*Com colaboração de Vladimir Maluf
publicado por UOL.com.br em 07/07/2011
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Amor e Paixão - Uma visão interessante.
Com base no conhecimento sobre o funcionamento do cérebro humano, pode-se distinguir os conceitos de paixão e amor. Conforme Haidt (2006), a paixão e o amor são dois processos distintos com ritmos diferentes. A paixão é um estado alterado de consciência que gera prazer ao cérebro. Em qualquer experiência intensamente prazerosa ocorre secreção de dopamina. O cérebro reage ao excedente crônico de dopamina para restaurar o equilíbrio de suas funções. Desta forma, neutraliza os efeitos da paixão. Biologicamente, ninguém consegue viver num estado permanente de paixão, pois o cérebro humano não permite. Quando as pessoas se apaixonam, vivem emoções intensas que aos poucos irão ser atenuadas pela reação do cérebro.
O que mantém os relacionamentos de forma duradoura é o desenvolvimento do amor que é baseado no companheirismo entre duas pessoas profundamente comprometidas uma com a outra com uma pitada de paixão. Essa informação deve trazer alívio para muitas pessoas que sentem desconforto e desilusão por não terem conseguido manter o fogo da paixão aceso indefinidamente. A função da paixão é atrair. A do amor é manter a união. Um sujeito que permanecesse apaixonado seria incapaz de dar conta das tarefas e cuidados necessários para a manutenção da vida. Por outro lado, se não houvesse a forte atração entre os indivíduos de sexo oposto a espécie não teria continuidade.
Por Dalton Rothen
Faça o amor dar certo
Não viva procurando a chama da paixão, mas cultive a chama do amor acessa. Há muitas maneiras de fazer isso. Venha conversar conosco sobre esse e muitos outros assuntos do coração.
O que mantém os relacionamentos de forma duradoura é o desenvolvimento do amor que é baseado no companheirismo entre duas pessoas profundamente comprometidas uma com a outra com uma pitada de paixão. Essa informação deve trazer alívio para muitas pessoas que sentem desconforto e desilusão por não terem conseguido manter o fogo da paixão aceso indefinidamente. A função da paixão é atrair. A do amor é manter a união. Um sujeito que permanecesse apaixonado seria incapaz de dar conta das tarefas e cuidados necessários para a manutenção da vida. Por outro lado, se não houvesse a forte atração entre os indivíduos de sexo oposto a espécie não teria continuidade.
Por Dalton Rothen
Faça o amor dar certo
Não viva procurando a chama da paixão, mas cultive a chama do amor acessa. Há muitas maneiras de fazer isso. Venha conversar conosco sobre esse e muitos outros assuntos do coração.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Psiquiatra Flávio Gikovate vê vantagens em relações que começam na internet
No Mais Você desta terça-feira, Ana Maria Braga recebeu no café da manhã o renomado psicanalista Flávio Gikovate, que está participando até da novela Passione, para um papo sobre "amores virtuais". E Flávio revelou que, além de não considerar nada de errado em relacionamentos iniciados na rede, vê diversas vantagens nessas relações amorosas possibilitadas pela internet. O psicanalista fez inclusive uma defesa do "sexo virtual".
Existem cerca de 62 milhões de solteiros no Brasil. E o que se ouve por aí é que a maioria das pessoas tem dificuldade de encontrar a sua cara metade. Que tal então procurar na internet? Foi o quie muitas pessoas começaram a fazer, e essa história de namoro na rede ficou séria. O maior site de relacionamentos do país informa que tem 30 milhões de cadastrados.
Ao contrário do que dizem, as mulheres reclamam à toa. A média é de 105 homens sozinhos para cada 100 mulheres. Mas onde estão esses corações solitários?
Pelo que parece, muitos estão na internet.
Nos Estados Unidos, por exemplo, 17% dos casais assumem que se encontraram em sites de relacionamento. E apenas 11% dos namoros começaram em bares e restaurantes. Já na França, 60 mil de bebês nasceram de histórias de amor que começaram online.
Pois foi assim que aconteceu com o Célio Arlindo da Cunha e a Cristiane Rodrigues, que se conheceram pela internet. Um ano depois, eles se casaram. “Nunca apostei nisso. Foi a primeira vez e deu no que deu”, disse ele. Cristiane contou que entrou no site por curiosidade. “A gente sempre fica com um pé atrás e insegura. Comigo não foi diferente”, explicou.
Difícil foi contar para os amigos que o casal se conheceu pela internet. “Nós conversamos e achamos melhor não contar para ninguém, pelo menos no início. Depois do que aconteceu vi como esse tipo de site é importante. As pessoas não têm muito tempo para ir a uma balada, por exemplo, e recorrem aos sites de relacionamento. Ali ela seleciona quem realmente quer conhecer”, falou Célio.
O Mais Você conheceu a Luciene Albino, que decidiu se inscrever em um site de relacionamento. Enfrentou cada situação e nada deu certo. No entanto, as histórias renderam a ela uma peça de teatro sobre o mundo virtual. Aos internautas que desejam encontrar alguém, Luciene dá dicas para evitar “roubadas”. “Marque sempre o encontro em locais públicos e avise aos seus parentes que vai se encontrar com o conhecido virtual”, explicou.
Psicanalista Flávio Gikovate faz defesa dos relacionamentos virtuais
Para falar mais sobre o assunto, Ana Maria conversou com o psicanalista Flávio Gikovate, que participa novela Passione. Segundo ele, o perigo não existe apenas na internet. “Os psicopatas, por exemplo, também estão em bares e boates. Todos os problemas do mundo virtual se encontram também no mundo real. É bobagem brigar com isso porque a internet está crescendo mesmo e tem, na minha opinião, mais vantagens do que desvantagens. As pessoas se conhecem melhor e não é a toa que logo se apaixonam. Facilita a vida do mentiroso, mas a do honesto também. As relações são mais sinceras, de dentro para a fora, e não de fora para dentro”, explicou.
O psicanalista também acredita que o sexo virtual é muito mais vantajoso que o casual, por exemplo. “É muito mais seguro. Acho que as pessoas deveriam investir mais neste tipo de prática. O sexo virtual é um estímulo muito forte para homens e mulheres, que não gera a sensação de solidão do casual. Acho muito melhor ter uma experiência desse tipo do que sair com uma prostituta, por exemplo”, opinou Flávio.
Existem cerca de 62 milhões de solteiros no Brasil. E o que se ouve por aí é que a maioria das pessoas tem dificuldade de encontrar a sua cara metade. Que tal então procurar na internet? Foi o quie muitas pessoas começaram a fazer, e essa história de namoro na rede ficou séria. O maior site de relacionamentos do país informa que tem 30 milhões de cadastrados.
Ao contrário do que dizem, as mulheres reclamam à toa. A média é de 105 homens sozinhos para cada 100 mulheres. Mas onde estão esses corações solitários?
Pelo que parece, muitos estão na internet.
Nos Estados Unidos, por exemplo, 17% dos casais assumem que se encontraram em sites de relacionamento. E apenas 11% dos namoros começaram em bares e restaurantes. Já na França, 60 mil de bebês nasceram de histórias de amor que começaram online.
Pois foi assim que aconteceu com o Célio Arlindo da Cunha e a Cristiane Rodrigues, que se conheceram pela internet. Um ano depois, eles se casaram. “Nunca apostei nisso. Foi a primeira vez e deu no que deu”, disse ele. Cristiane contou que entrou no site por curiosidade. “A gente sempre fica com um pé atrás e insegura. Comigo não foi diferente”, explicou.
Difícil foi contar para os amigos que o casal se conheceu pela internet. “Nós conversamos e achamos melhor não contar para ninguém, pelo menos no início. Depois do que aconteceu vi como esse tipo de site é importante. As pessoas não têm muito tempo para ir a uma balada, por exemplo, e recorrem aos sites de relacionamento. Ali ela seleciona quem realmente quer conhecer”, falou Célio.
O Mais Você conheceu a Luciene Albino, que decidiu se inscrever em um site de relacionamento. Enfrentou cada situação e nada deu certo. No entanto, as histórias renderam a ela uma peça de teatro sobre o mundo virtual. Aos internautas que desejam encontrar alguém, Luciene dá dicas para evitar “roubadas”. “Marque sempre o encontro em locais públicos e avise aos seus parentes que vai se encontrar com o conhecido virtual”, explicou.
Psicanalista Flávio Gikovate faz defesa dos relacionamentos virtuais
Para falar mais sobre o assunto, Ana Maria conversou com o psicanalista Flávio Gikovate, que participa novela Passione. Segundo ele, o perigo não existe apenas na internet. “Os psicopatas, por exemplo, também estão em bares e boates. Todos os problemas do mundo virtual se encontram também no mundo real. É bobagem brigar com isso porque a internet está crescendo mesmo e tem, na minha opinião, mais vantagens do que desvantagens. As pessoas se conhecem melhor e não é a toa que logo se apaixonam. Facilita a vida do mentiroso, mas a do honesto também. As relações são mais sinceras, de dentro para a fora, e não de fora para dentro”, explicou.
O psicanalista também acredita que o sexo virtual é muito mais vantajoso que o casual, por exemplo. “É muito mais seguro. Acho que as pessoas deveriam investir mais neste tipo de prática. O sexo virtual é um estímulo muito forte para homens e mulheres, que não gera a sensação de solidão do casual. Acho muito melhor ter uma experiência desse tipo do que sair com uma prostituta, por exemplo”, opinou Flávio.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Carinho na cama é "brochante"?
Ouvi Flávio Gikovate comentar sobre o tema acima em seu programa na rádio CBN, em resposta ao pedido de aconselhamento de um ouvinte. O ouvinte colocava que é casado há pouco tempo e que sua mulher está cada vez mais carinhosa na hora do sexo e isso tem feito com que ele perca cada vez mais o tesão. Disse já terem conversado mas ela chora e não entende. Fiquei meio espantada com a resposta dada pelo psiquiatra que a cama, na hora do sexo, não é lugar para muito carinho e que é preciso ser meio malandra e dar espaço às fantasias, para que o sexo não caia na rotina. Penso diferente, acho que a cama pode ser lugar para tudo o que vier da alma, sejam malandragens sem falsos pudores, fantasias e, porque não, muuuiiiiitttoooo carinho!!! Por outro lado concordo que para a maioria dos homens e cada vez mais mulheres o carinho seja mesmo meio brochante. Mas isso só porque não sabem praticar o sexo com amor, um sexo tântrico, onde as preliminares, inundadas de olhares e toques sutis fazem tanto homem quanto mulher quase saírem do próprio corpo de tanta excitação.
É preciso coragem (do latim cordis= coração) para agir com o coração e aprender a praticar cada vez melhor o sexo com amor. Carinho significa envolvimento e nos coloca numa posição de suscetibilidade em relação ao nosso amante, uma vez que percebemos que “dependemos daquela pessoa para termos uma das experiências mais realizadoras de nossa vida”. Me refiro à experiência de transcendência que o forte orgasmo obtido como resultado do sexo com envolvimento de almas, além de corpos, nos provoca.
É preciso coragem (do latim cordis= coração) para agir com o coração e aprender a praticar cada vez melhor o sexo com amor. Carinho significa envolvimento e nos coloca numa posição de suscetibilidade em relação ao nosso amante, uma vez que percebemos que “dependemos daquela pessoa para termos uma das experiências mais realizadoras de nossa vida”. Me refiro à experiência de transcendência que o forte orgasmo obtido como resultado do sexo com envolvimento de almas, além de corpos, nos provoca.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Como saber qual a pessoa certa para um relacionamento sério?
Por Rosana Braga. Como saber? O que considerar? Questões ponderáveis ou imponderáveis? Razão, emoção ou intuição? Já pensou se existisse uma espécie de equipamento de raios-x ao qual pudéssemos submeter a pessoa por quem estamos interessados para avaliar as chances de a relação dar certo, ou ao menos um percentual de compatibilidade de gêneros. Algo como um sistema validado pela ciência ou qualquer órgão que julgássemos confiável? Sim, parece mesmo que seria ótimo. Assim, pouparíamos não só boas doses de dúvidas, medos e angústias, mas também aquela irritante sensação de que perdemos um tempo precioso de nossas vidas investindo na pessoa errada. Além disso, um diagnóstico que nos mostrasse se, estatisticamente, essa pessoa vale e merece nossos melhores sentimentos, serviria também para evitar riscos terríveis, tais como sermos enganados, gostar de quem, que em algum momento, poderia deixar de gostar da gente. Enfim, muitos dissabores e decepções. Porém, essa não é a dinâmica da vida e nem doa mor. Pessoas e sentimentos não são precisos ou mensuráveis. Relações não são definitivas. Tudo o que vivemos, ou melhor, tudo o que é vivo, é flexível e passível de transformações, num constante e infindável movimento de construção, desconstrução e reconstrução. E, por isso mesmo, nesse contexto, medidas e valores são absolutamente questionáveis. Ou seja, o que é perder tempo com a pessoa errada? Tempo? Que tempo? Em qual tempo nos baseamos para avaliar a sensação de perda: antes, durante ou depois? Perder o que? O que seria possível perder de verdade quando falamos de relacionamentos? Pessoa errada? O que é pessoa errada? Pra quem? A partir de que momento? Se fosse sempre errada, não teríamos começado um relacionamento com ela, disso tenho certeza! Em alguma medida, em algum tempo, algo se ganhou e ela foi, portanto, a pessoa certa! O problema é que perguntamos demais. Pensamos demais. Julgamos demais. E, nesta mesma medida, vivemos de menos, fazemos de menos, sentimos de menos. Abrimos mão do essencial e, com medo de sofrer, sofremos por conta do que pode haver de mais terrível: o desperdício de tentar. Sim, porque no final das contas, é a única possibilidade que temos – tentar! Ir lá e fazer o que for possível, até quando for possível... Não dá mais? Acabou? Deu? Ok... Esteja certo de que você não perdeu nada, muito menos tempo. Perder tempo é deixar de viver, deixar de tentar. E se, ainda assim, sente que perdeu, é porque não olhou direito, não amadureceu o suficiente. Ainda está achando que era a pessoa errada? Bobagem! Esqueça isso de pessoa certa ou pessoa errada! Existem apenas pessoas, pessoas tentando, relacionando-se, trocando, desejando apenas serem felizes e amadas. E assim é composta a melodia do amor: de tentativas, cada dia mais ricas e consistentes, entre pessoas que se sabem crescendo, aprendendo, ganhando e, sobretudo, vivendo! Pessoas, no final das contas, sempre, sempre certas!
Assinar:
Postagens (Atom)