"Você está lá fora, vivendo intensamente ou, por vezes, se percebe à janela observando o outro lado da rua????"
Um dos maiores anseios do ser humano é uma relação amorosa saudávele feliz. Este blog é destinado a facilitar a interação e dividir experiências de pessoas que participam, participaram ou desejam participar do projeto ou do blog. É um espaço para pessoas bem intencionadas e dispostas a conversar e aprender sobre relacionamentos afetivos de forma verdadeira e bem intencionada. Sua identidade não será publicada, a menos que você assim deseje.
Núcleo de Metafísica
Você gostaria de melhorar algo no seu relacionamento? Não espere o outro mudar, descubra qual é a sua parte para tornar sua relação melhor e faça o amor dar certo.
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terça-feira, 19 de março de 2013
Filme "O outro lado da rua" - Maravilhoso!!!!!!
Um filme que ilustra com poesia, leveza, humor e realidade
como uma pessoa pode se endurecer e se fechar para a vida. O que a mágoa e a
decepção com os outros pode nos fazer. E como vale a pena voltarmos a nos abrir,
até mesmo para quem nos magoou. Há uma linda vida à nossa espera além das ilusões
e do isolamento em que cada um de nós às vezes se coloca.
Assista e aproveite para refletir se, de alguma forma, você
não se magoou com alguém ou com a vida e não acabou se isolando...
"Você está lá fora, vivendo intensamente ou, por vezes, se percebe à janela observando o outro lado da rua????"
"Você está lá fora, vivendo intensamente ou, por vezes, se percebe à janela observando o outro lado da rua????"
Por Cristiane Lucchetti
Abaixo crítica de Érico Borgo em www.omelete.uol.com.br
No filme, o diretor estreante
propõe uma interessante mescla de estilos, que começa vagando pelo policial,
resvala no suspense e culmina em um drama honesto, sem sensacionalismos, que
explora um tema pouco abordado no cinema nacional: o prazer da descoberta, o
desejo e o romantismo na velhice.
Para a atriz principal,
Bernstein garante que logo pensou em Fernanda
Montenegro, vencedora do Festival de Berlim em 1998 e
indicada ao Oscar pelo seu trabalho em Central
do Brasil. O protagonista veio como conseqüência imediata - era
necessário alguém da mesma grandeza que a consagrada atriz. Assim, a produção
também marcou o primeiro encontro de Montenegro e Raul
Cortez no cinema,
depois de diversos projetos juntos no teatro. A decisão não poderia ter sido
mais acertada. Os atores principais provam que continuam sinônimo de excelência
em atuação no Brasil e quebram tabus ao realizar - ambos com 74 anos de idade -
uma apaixonada cena de sexo, extremamente verossímil.
O filme conta a história de Regina (Montenegro) uma mulher de 65 anos de
idade, dotada de sinceridade em excesso e ácido senso de humor. Tais atributos
a tornam uma pessoa isolada, pouco apreciada e sem amigos. Seu convívio social
restringe-se à cadelinha Betina e ao neto, que ela apanha esporadicamente na
escola, já que mal fala com o filho e tem horror aos idosos do bairro, que
passam os dias a jogar dominó.
Para esquecer a solidão e
manter-se ativa, ela participa de um serviço da polícia, no qual aposentados
denunciam pequenos delitos. Mas Regina, codinome "Branca de Neve",
leva o ofício com seriedade.
Como o personagem de James
Stewart em Janela
indiscreta (Rear
Window, de Alfred Hitchcock, 1954), ela passa o tempo vigiando com
seu binóculo o que acontece nos prédios do outro lado da rua. Assim, a
"investigadora" presencia o que lhe parece ser seu maior caso: um
homem (Cortez) matando sua esposa com uma injeção letal. Ela chama seus
contatos na polícia, mas o óbito é dado como morte natural. Desmoralizada, a
mulher resolve provar que estava certa e acaba, lentamente, envolvendo-se com o
suposto assassino. No processo, descobre que "o outro lado da rua",
que ela sempre encarou com tanto desdém, pode não ser assim tão assustador.
Enfim, um ótimo debute para
Bernstein que, de cara, também acerta no ponto em que boa parte dos cineastas
contemporâneos falha: ele soube perfeitamente quando terminar sua história,
deixando espaço para a imaginação do público. E o público agradece.
terça-feira, 5 de março de 2013
"Atraindo pessoas e situações boas" - Luis Antonio Gasparetto
Este vídeo pode nos ajudar a "fazer o amor dar certo"!!
sábado, 2 de março de 2013
FALANDO DE AMOR NO PARQUE- SÃO PAULO
Data: 06 de abril de 2013 às 15h00
O grupo será formado por pessoas interessadas em conhecer e conversar sobre temas ligados ao amor afetivo e terá a mediação de Cristiane Lucchetti – terapeuta metafísica especializada em desenvolvimento afetivo.
Local: Parque do Ibirapuera – Marquise
Valor: gratuito
Público alvo: qualquer pessoa interessada
Inscrições por fone ou email
sexta-feira, 1 de março de 2013
Curso Teórico-prático: "Crie conscientemente o seu destino"
Data: 15 de abril de 2013, das 20h30 às 22h30
Valores e pensamentos definem comportamentos e estado de espírito que geram situações em nossas vidas.
O objetivo do curso é facilitar a observação de valores e pensamentos com o intuito de selecioná-los no sentido de obter resultados práticos desejados.
Local: Núcleo de Metafísica – Avenida Senador Casimiro da Rocha, 994 – Vila Mariana (Veja mapa)
Fone: (11) 2574-2815
Valor: R$ 50,00
Vagas limitadas, necessário inscrição por telefone ou email. O pagamento poderá ser feito no local.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Falando de Amor no Parque- Ibirapuera - São Paulo
Data: 06 de abril de 2013 às 15h00
O grupo será formado por pessoas interessadas em conhecer e conversar sobre temas ligados ao amor afetivo e terá a mediação de Cristiane Lucchetti – terapeuta metafísica especializada em desenvolvimento afetivo.
Local: Parque do Ibirapuera – Marquise
Valor: gratuito
Público alvo: qualquer pessoa interessada
Inscrições: (11) 2574-2815
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Relacionamentos amorosos com compromentimento e felicidade
O casamento está intimamente ligado à felicidade. O National Opinion Research Center, instituto de pesquisa da opinião pública, entrevistou 35 mil pessoas nos EUA nos últimos 30 anos e destacou que 40% das casadas se disseram muito felizes, enquanto apenas 24% das solteiras, divorciadas, separadas e viúvas tinham essa opinião.
Entretanto, entre aqueles que vivem casamentos que consideram “não muito felizes”, o nível de felicidade é mais baixo que o dos solteiros ou divorciados. Há de se considerar aqui que pessoas que já são mais felizes, têm boa aparência e são mais sociáveis, possuem maior probabilidade de se casar e manter o casamento. Indivíduos deprimidos tendem a ser mais retraídos, irritáveis e voltados para si, o que os torna parceiros menos interessantes. (Seligman, 2002).
Faça o amor dar certo
Parece que o que deixa as pessoas mais felizes são os relacionamentos estáveis que são saudáveis. Entretanto as pessoas sozinhas parecem ser mais felizes do que aquelas que se encontram em relacionamentos ruins.
Venha conversar conosco e encontre a deliciosa felicidade daqueles que possuem relacionamentos amorosos realizadores.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Casar de novo - Arnaldo Jabor
Meus Amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher.
As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo.
Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo.
Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário.
Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade.
Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento - a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu.
O segredo do casamento não é a harmonia eterna.
Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo.
Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação.
De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido.
Há quanto tempo vocês não saem para dançar?
Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento.
Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo.
Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem.
Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas.
Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação.
Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso.
Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar.
Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal 'estabilidade do casamento' nem ela deveria ser almejada.
O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma 'relação estável', mas saber mudar junto.
Todo cônjuge precisa evoluir estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento.
Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo.
Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par.
Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças.
Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário casar-se de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
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